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Presidente Rubens Boffino negocia Terminal Ferroviário de Transbordo em Araraquara
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Presidente Rubens Boffino negocia Terminal Ferroviário de Transbordo em Araraquara
Presidente Rubens Boffino negocia Terminal Ferroviário de Transbordo em Araraquara

Em reunião realizada no dia 28 de maio, na sede da Prefeitura de Araraquara, com o prefeito Edinho Silva e com o Secretário do Governo Manoel de Araújo Sobrinho, o presidente Rubens Boffino recebeu sinal verde para a construção de um terminal de transbordo em Tutóia. "A obra é de suma importância para o desenvolvimento da CEAGESP" - declarou Boffino, ressaltando que o terminal contribuirá para o crescimento e a rotatividade da armazenagem no Estado. Disse ainda que "o transbordo é uma forma eficiente de atender a demanda crecente" e justificou: " temos unidades que movimentaram 100 mil toneladas em 2007 e que já atingiram esta marca apenas no primeiro trimestre deste ano. Com o transbordo, esta produtividade aumenta". O terminal ferroviário de transbordo é uma contrapartida, proposta pelo presidente da CEAGESP à Prefeitura, pela cessão de duas áreas na unidade de Tutóia: são 73 mil metros quadrados para a mudança do pátio e linhas ferroviárias da região central da cidade de Araraquara para a unidade e de 36 mil metros quadrados para a instalação de um canteiro que será utilizado durante a construção.

Rubens Boffino assume a presidência da CEAGESP (Maio 2008)

“Hoje os alimentos, especialmente os preços do arroz e do trigo, são apontados pelas entidades internacionais como os grandes vilões da economia no mundo. Vamos entrar nesse debate. A CEAGESP é referência de preço dos produtos hortícolas e é respeitada por isso. Vamos colaborar na organização de informações para compor os indicadores e para que as lideranças governamentais identifiquem o cenário real com relação à oferta e à procura dos alimentos. Queremos que a cadeia de produção de alimentos frescos cresça, oferecendo produtos baratos e de qualidade”.As palavras do novo presidente da CEAGESP, Rubens Boffino, durante a cerimônia de sua posse, realizada no dia 19 de maio, sinalizaram para a linha de trabalho que ele pretende imprimir à sua gestão. “Não quero fazer nada sozinho. Quero trabalhar com a União, com o Estado e com os Municípios. Vamos estar sempre juntos com os permissionários, com as associações e com os sindicatos dos diversos segmentos do abastecimento de alimentos. Como uma comunidade organizada, buscaremos os fóruns nacionais e internacionais, debatendo problemas e procurando soluções” – ressaltou.

 Rubens Boffino falou da sua disposição de trabalhar muito, definindo metas, prazos e responsabilidades. “Aceitei o desafio de presidir a CEAGESP porque, mesmo sabendo dos seus problemas, acredito na pujança e na capacidade de recuperação dessa empresa” – concluiu, prometendo fazer uma gestão enxuta, austera, econômica e focando sempre na qualidade e no profissionalismo.

Paulista da capital, Rubens Costa Boffino, 57 anos, formado em Engenharia Química pela Escola de Engenharia Mauá, com pós graduação pela Escola Politécnica da USP e mestrado pela UNIBAN, atuou como professor na Escola Polítécnica da USP, na Universidade Federal de São Carlos e nas Faculdades de Interação Americana (FIA),Oswaldo Cruz e Instituto de Ensino São Caetano do Sul. Foi coordenador de cursos na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e nas Faculdades Associadas de São Paulo (FASP). Atuou profissionalmente, ainda, como Assessor de Projetos Estratégicos da Anhembi Turismo e Eventos da Cidade de São Paulo e Consultor em Desenvolvimento de Biocombustíveis. 

Festa da Poncã: 5500 dúzias vendidas (maio 2008)

Dando continuidade à Campanha Sabor & Saúde, iniciada no último ano, a Primeira Festa da Poncã foi uma boa opção para o consumidor final comprar produtos de qualidade a preços de atacado. Foram vendidas cerca de 5 500 dúzias da fruta do grupo da tangerina durante os dias 7, 10 e 11 de maio, resultado acima do esperado segundo os próprios produtores e atacadistas. A comercialização aconteceu durante os Varejões da CEAGESP e ofereceu a dúzia do produto de época a R$ 0,90.  No Entreposto da Capital, são comercializadas em média 78.400 toneladas por ano. Em 2007, cerca de 90% desse total veio do estado de São Paulo.

Poncã a R$ 0,90 a dúzia (maio de 2008)

Nos dias 7,10 e 11 de maio o consumidor final vai poder comprar uma dúzia de tangerina poncã por noventa centavos na CEAGESP. Mais uma vez o Entreposto da Capital vai oferecer, através da campanha Sabor & Saúde, preços de atacado ao consumidor final. A Festa da Poncã, assim como nas outras edições da campanha Sabor & Saúde, vai acontecer durante os Varejões.
Originária da Índia, a fruta do grupo da tangerina foi introduzida na Europa em 1805 e nos Estados Unidos em 1892. A chegada ao Brasil (em São Paulo primeiramente) só aconteceu em 1947. Apesar disso, o país já é o 4° maior produtor mundial, tendo São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro como principais produtores. Na CEAGESP, são comercializadas em média 78.400 toneladas por ano. Em 2007, cerca de 90% desse total veio do estado de São Paulo.
A Ponçã é fonte de vitaminas A, B e C, e pode ser consumida in natura, em suco e na preparação de doces e salgados.

Poncã a menos de R$ 1,00

DIA 7/5 - quarta-feira, das 16 às 22h, no Pavilhão PBCF – Entrada pelo portão 7 da Av. Dr Gastão Vidigal.

DIAS 10 e 11/5 - sábado, das 7 às 12h30; domingo, das 7 às 13h, no Pavilhão MLP
Entrada pelo portão 3 da Av. Dr Gastão Vidigal
Estacionamento gratuito

Roberto Rodrigues abre  Agrishow 2008 (abril 2008)

Roberto Rodrigues, presidente do Conselho Superior da Agrishow, abriu ontem (28 de abril), em Ribeirão Preto, a 15ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação - Agrishow 2008. Em nome da Abag (Associação Brasileira de Agribusiness), Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), Anda (Associação Nacional para Difusão de Adubos) e SRB (Sociedade Rural Brasileira), o ex-ministro da Agricultura afirmou que a concessão de subsídios pelos países ricos aos agricultores são uma barreira para o crescimento da agricultura nos países em desenvolvimento. "O protecionismo inibe a produção dos países em desenvolvimento, mas o governo e os produtores brasileiros não podem apenas reclamar. É preciso que façamos a lição de casa e que haja uma política de renda com a adoção efetiva do seguro rural, a mudança na logística e uma definição final do endividamento agrícola", disse Rodrigues. "Já o produtor tem de investir em uma agricultura sustentável, pois não podemos perder a oportunidade inédita de levar o Brasil para o primeiro mundo", completou. Com 745 expositores, a Agrishow vai até sábado e a expectativa é de que receba 135 mil visitantes. Devem ser movimentados R$ 800 milhões em negócios, alta de 12,67% sobre os R$ 710 milhões da edição de 2007.

Santa Feira é sucesso (abril 2008)

A III Santa Feira do Peixe movimentou o Pátio do Pescado da CEAGESP entre os dias 18 e 20 de março. Ao oferecer mais uma vez variedade e qualidade de produtos a preços mais baixos ao consumidor final, o evento desse ano conseguiu superar as edições anteriores em vendas e público.

A ampla veiculação na mídia ajudou a atrair pessoas que ainda não conheciam o evento, como a cozinheira Dolores dos Santos, 46: “Vi na televisão e achei maravilhoso, muito bom. Os preços estão ótimos”. Já a aposentada Maria de Lourdes Barbosa, 71, vai todo sábado aos Varejões, mas também esteve pela primeira vez na Feira do Peixe: “Ouvi na rádio. Gostei dos preços, do salmão em especial".

A grande novidade este ano foi a venda de bacalhau seco, com a participação da empresa La Violetera, que logo na estréia vendeu 8 toneladas. “As vendas superaram em cem por cento o esperado. Com certeza vamos participar na próxima edição. E temos ações programadas para o final do ano também, em função das festas”, antecipa Nilton Paiva, gerente comercial da empresa.

Mas nem só de bacalhau seco vive a Santa Feira. Um exemplo é a banca do “Espanhol”, que vendeu cerca de 10 toneladas de peixe fresco. Segundo Jorge Luiz Andres, 53, proprietário da empresa que leva seu apelido no nome, “as vendas foram muito boas". Sem dúvida, um prêmio para quem sempre apostou no evento. E faz uma sugestão: “Acho que as vendas poderiam começar algumas horas mais cedo”.

Sugestão anotada. Afinal, já é hora de planejar a Santa Feira 2009.

É tempo de Santa Feira - março de 2008

Às vésperas da Semana Santa, a CEAGESP promove a III Santa Feira do Peixe, que mais uma vez oferece ao consumidor final qualidade, preço e variedade de pescados, nos dias 18,19 e 20 de março, das 16 às 21 horas.

Com o intuito de incentivar o consumo de pescados, comerciantes atacadistas vendem no varejo e prometem promoções especiais, incluindo, entre outros produtos, postas de salmão congelado por R$ 9,80 o quilo, vendido em embalagens de 2 quilos e truta salmonada chilena fresca, a R$ 11,00 o quilo. Além de novas ofertas,  desta vez, a Santa Feira garante também oferta de bacalhau seco: Saithe, a partir de R$ 17,00 o quilo; do Porto, a partir de R$ 30,00 e desfiado a partir de R$ 20,00.

Na barraca de incentivo à pesca artesanal, que reúne associações comunitárias, a tilápia fresca será vendida a R$ 5,80 o quilo. E bancas de condimentos, azeitonas e azeite complementam o cardápio típico dessa época do ano.

A expectativa para 2008 é de aumento de público e do volume de vendas, superando a média de 50 mil quilos comercializados em cada uma das edições anteriores.

 

III Santa Feira do Peixe

Pátio do Pescado do Entreposto da Capital da CEAGESP

Dias 18, 19 e 20 de março

Das 16 às 21h

Acesso exclusivo pelo Portão 15, da Rua Xavier Kraus

Estacionamento gratuito.

É tempo de frutas tropicais - janeiro de 2008

Não é segredo para ninguém, nem para o produtor e muito menos para o consumidor, que o período de safra é o melhor para se comprar alguns tipos frutas, verduras e legumes.

            Frutas tropicais como a melancia, pêssego, uva, limão e figo estão em plena safra, o que significa qualidade e bom preço para o consumidor. “São excelentes opções de compra, principalmente a melancia, o pêssego e as uvas Itália e rubi. Agora no Verão, os preços dessas frutas tendem a cair em função do maior volume ofertado. A alta perecibilidade faz com que o produtor rural seja obrigado a realizar a colheita e colocar o produto no mercado”, afirma o economista da CEAGESP, Flávio Godas.

Já algumas frutas como o abacaxi, a laranja lima, a maçã nacional e o maracujá azedo devem ser evitadas. Além de não estarem na época de safra, o que implica em baixa qualidade, o preço aumenta. “O maracujá azedo, por exemplo, pode custar até quatro vezes mais que o valor habitual” ressalta Godas.

No caso das hortaliças, o aspecto sazonal perde um pouco a importância na decisão do preço e da qualidade. O clima é o principal determinante. De acordo com o economista, as boas opções são o repolho, a berinjela, a cenoura, o pepino, o chuchu, o pimentão verde, a acelga, a couve-flor e também o brócolis. “O consumidor precisa estar sempre atento às melhores opções. A alface, por exemplo, deve ser consumida o quanto antes, pois a tendência é que nos próximos dias os preços aumentem, podendo até dobrar.” conclui.

Alguns produtos devem ficar longe da mesa do consumidor, como a abobrinha italiana, o quiabo, o tomate e a vagem, que nessa época, estão com preços e qualidades ruins, devido às condições climáticas.

O entreposto da capital se prepara para um final de ano movimentado (dezembro 2007)

 Mês de dezembro na CEAGESP é sinônimo de movimento. Se nos shoppings o que está em alta são presentes, como roupas, eletrônicos e celulares, no entreposto de São Paulo o carro-chefe das vendas são as frutas.

A expectativa para esse final de ano é que passem pelo entreposto 280 mil toneladas de frutas, o que corresponde à um aumento de aproximadamente 2% em relação ao ano passado, que foi o mais rentável em 15 anos.

De acordo com o chefe de economia da CEAGESP, Flávio Godas, um dos pontos positivos desse ano é a baixa do dólar. “Produtos importados, como uvas, pêssegos e ameixas, que vêm de produtores do Chile, Argentina e EUA, serão mais uma opção para o consumidor”.

Dentre as frutas, a mais procurada é a uva, que tem espaço reservado na maioria das mesas de fim de ano, mas outras opções como cereja, romã, figo, melancia, manga e a lichia, que só é produzida em dezembro, também se destacam. Segundo o economista, é grande a demanda das frutas no entreposto nessa época. “Chegam diariamente e a procura é muito grande, especialmente na última semana do ano”.

            Mas não é apenas de frutas que vive a CEAGESP nesse período de festas. Godas destaca, no setor de pescado, a procura por bacalhau, produto importado de países como Noruega e Portugal, que tem crescido a cada ano no entreposto. E conclui: “na Feira de Flores, as Tuias, os conhecidos pinheiros de natal, e as flores, como rosas brancas e orquídeas, geralmente usadas nas decorações lideram as vendas e aumentam o movimento do mercado a partir de agora”.

Horários de comercialização

Atacado e varejo mudam rotina em dezembro

 Nos finais de semana antes do Natal e Ano Novo, o entreposto da capital da CEAGESP muda sua rotina de atendimento aos clientes do atacado e do varejo.

A comercialização atacadista de frutas e legumes funcionará excepcionalmente em dois domingos seguidos, nos dias 23 e 30 de dezembro, das 5 às 22 horas. Mas atenção: o setor de verduras não funcionará nesses dias.

Nos dias 24 e 31 de dezembro, vésperas de Natal e Ano Novo, a comercialização atacadista funcionará apenas até meio-dia. Fechará durante os dias 25 de dezembro e 1º de janeiro e reabrirá nos dias 26 de dezembro e 2 de janeiro em horário normal.

A comercialização dos Varejões funcionará em dezembro às quartas-feiras, das 16 às 22 horas e aos sábados das 7 às 12h30, como acontece normalmente. Nos domingos 23 e 30 de dezembro, porém, o horário de atendimento se estenderá por meia hora, atendendo ao consumidor das 7 às 14 horas.

 Feira de Flores funciona normalmente no feriado de Finados (1/11/07)

A maior feira de flores do país, que acontece numa área de 20 mil metros quadrados no Entreposto da Capital, atenderá o público consumidor normalmente no feriado de Finados, dia 2 de novembro, das 5 às 10h30, seguindo a rotina de todas as terças e sextas-feiras. De acordo com o Chefe da Seção de Economia e Desenvolvimento da CEAGESP, Flávio Godas, "a data é a terceira em volume de comercialização do ano, bem distante das duas principais - Dia das Mães e Dia dos Namorados". As flores mais procuradas em Finados são o crisântemo, o kalanchoe, a violeta, asflores do campo e as palmas e nessa época há um aumento de vendas que varia de 10 a 15% em relação às 800 toneladas habituais.

CEAGESP integra calendário oficial da Caravana Siga Bem Caminhoneiro
Informar e sensibilizar caminhoneiros e atacadistas sobre a questão da exploração sexual infantil foi o principal objetivo da 3º Caravana Siga Bem Caminhoneiro, realizada dia 19 de outubro, na CEAGESP.
O evento foi iniciado com uma aula de ginástica laboral, oferecida por um preparador físico da Polícia Rodoviária, que ensinou exercícios simples. Aos poucos, caminhoneiros, carregadores, permissionários e funcionários da CEAGESP faziam parte do público.
O ponto alto do evento se deu a partir das 10h, quando o cantor Sérgio Reis entrou no palco, cantou suas canções mais conhecidas e conversou com o público de maneira bem descontraída.
Além de Sergio Reis, o Ministro Interino da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, Rogério Sottili, o presidente da CEAGESP, Francisco Cajueiro, e representantes da Petrobras, patrocinadora do evento, também subiram ao palco para ressaltar a importância da iniciativa: “Quero deixar claro a importância da luta para varrer do Brasil a exploração sexual infantil. É fundamental nosso papel em denunciar essa prática cruel”, disse Sottili. Cajueiro destacou a importância do projeto Siga Bem Criança: “Nossas crianças precisam de vida normal com escola, esporte e educação” concluiu. A festa continuou com a distribuição de camisetas, brindes e gincanas no palco com os caminhoneiros. De acordo com a produtora do evento, 3.000 pessoas circularam pela Caravana e a partir deste ano, a CEAGESP passa a fazer parte do calendário oficial da Caravana Siga Bem Caminhoneiro, que visitará anualmente o entreposto.

Sabor & Saúde CEAGESP (2/9/2007)
A satisfação dos atacadistas que realizam as festas promocionais Sabor & Saúde CEAGESP é indisfarçável. Além do pioneiro, Oswaldo Koga, que assumiu, sem parceiros, o desafio da primeira festa da cenoura, também os produtores de mel, Darcy Keller; de morango, Wellington Gallo, e de caju, Mané Dias mostraram-se satisfeitos com os eventos nos quais tiveram venda garantida e possibilidade de divulgar sua marca. A Festa da Cenoura garantiu a venda de cerca de 50 toneladas do produto em três dias de evento. A promoção do mel, que já dura mais de um mês, fez dobrar as vendas, segundo Keller, e a promoção do morango garantiu a Wellington Gallo a venda de 4 mil caixas do produto em 3 dias de festa. Em setembro foi a vez do caju, e com resultados foram tão positivos  (venda de 5 mil caixas na primeira semana) que o produtor decidiu repetir a dose. E vem ai a Festa da Nêspera, aguarde

É tempo de Caju na CEAGESP (24/9/2007)
Depois das campanhas promocionais da cenoura, do mel e do morango, agora é a vez do Caju. Frente o sucesso do evento, que garantiu a venda de 4 mil caixas do produto, entre os dias 19 e 22, a CEAGESP decidiu prorrogar a Festa do Caju até o próximo domingo, dia 30/9. A Festa do Caju acontece nos dias 26 (quarta), 29  e 30/9 (sábado e domingo),  simultaneamente aos Varejões CEAGESP, para levar aos consumidores produtos de qualidade a preços reduzidos (R$ 1,50 a bandeja com 4 ou 5 unidades), além de informações, receitas, doces e vitaminas de caju.
As Festas Promocionais Sabor & Saúde CEAGESP tem por objetivo mostrar ao público as vantagens de consumir frutas e hortaliças em período de safra. Sabor & Saúde É sempre possível substituir alimentos mais caros por produtos de época mantendo os nutrientes necessários para uma alimentação saudável e balanceada. Uma das melhores fontes de vitamina C, o Caju é antioxidante, rico em cálcio, ferro e fósforo. É importante na formação de colágeno, que dá força e suporte aos ossos, dentes, pele e artérias. Auxilia na cicatrização de ferimentos e absorção de ferro. Para congelar, adicione açúcar ao caju natural inteiro, com ou sem castanha, e guarde no freezer. Há dezenas de variedades, e a fruta, na verdade, é a castanha do caju. O que chamamos de fruta é o pedúnculo, o talo que prende a fruta ao galho.

CEAGESP DEVOLVE MILHO AOS PRODUTORES (30/8/2007)
A unidade armazenadora da Ceagesp em Rio Preto vai devolver 1,4 mil toneladas de grãos de milho para produtores rurais da região. O montante é resultado da quebra técnica, estimada em 0,5% do volume armazenado pelo produtor, durante o processo de expurgo, secagem e limpeza dos grãos no local. De acordo com Carlos Roberto do Espírito Santo, gerente regional da Ceagesp, a companhia poderia leiloar esse volume excedente, mas optou por devolver aos produtores. "Para a empresa, esse volume não teria impacto muito grande, mas para os pequenos produtores faz grande diferença", destacou. Ao devolver parte dos grãos armazenados, a Ceagesp também reduz o custo de manutenção dos produtos no estoque.
Para descobrir o volume de grãos excedente no estoque, a Ceagesp fez a medição, por metro cúbico, da produção armazenada no silo e graneleiro da unidade localizada na estrada de Rio Preto à Engenheiro Schmitt. No local, podem ser armazenados 60 mil toneladas de grãos. "Descobrimos que, além do montante armazenado pelos produtores nesta safra, havia uma sobra de 1,4 mil toneladas", disse Espírito Santo. Segundo ele, após decidir pela devolução dos grãos aos produtores, os técnicos da Ceagesp fizeram levantamento dos produtores que armazenaram milho no local nos últimos cinco anos. "Calculamos o montante recolhido por produtor e, com base no percentual de perda, definimos quanto seria devolvido para cada um deles".
Desde a última semana, os produtores têm sido notificados por carta da possibilidade de recuperação dos grãos. Ontem, o agricultor Paulo Salvador retirou cerca de 3 mil quilos de milho do local. "Armazenei parte da produção aqui há uns dois anos. Não imaginava que poderia recuperar esse milho", afirmou. De acordo com Salvador, esse estoque será utilizado para alimentar galinhas e porcos de sua propriedade durante pelo menos três meses. Com base no preço da saca de milho, R$ 20, se ele fosse comprar o volume recuperado na Ceagesp ontem, esse produtor teria de pagar cerca de R$ 1,2 mil. "É um grande alívio poder contar com essa quantidade de grãos", declarou.

Vem ai a Festa do Caju (20/08/2007)
Criado para promover produtos de época, contribuir para o escoamento da safra e beneficiar os consumidores com produtos de qualidade a preços reduzidos, o calendário de eventos “Sabor & Saúde CEAGESP" vem conquistando a simpatia dos comerciantes e do público. Em junho, com a 1ª Festa da Cenoura, o produtor e atacadista Oswaldo Koga comemorou a venda de 54 toneladas de cenouras em três dias de comercialização. Em agosto, a venda de morangos a R$ 1,00 foi garantida pelo produtor e atacadista Wellington Gallo, que comercializou 3.200 caixas. E o apicultor Darcy Keller, que já garantiu a venda de mais de uma tonelada de mel, promete manter os preços até setembro, ou até o final do estoque. Além de favo e própolis ele oferece mel florada silvestre  e mel de eucalipto a R$ 8,00 o kg.
A campanha prossegue em setembro, dias 12, 15 e 16, com a Festa do Caju.
Conhecido por suas propriedades terapêuticas, o mel é energético, bactericida, antisséptico, vasodilatador e sedativo. Fonte de vitaminas do Complexo B, vitaminas C, D, e E e considerável teor de antioxidantes (flavanóides e fenocólicos) tem ação tonificante, ajuda a reduzir o colesterol e previne problemas cardíacos. O mel de eucalipto ajuda a combater a bronquite e a tosse, enquanto o mel silvestre é é calmante, laxante e desentoxicante, recomendado para o sistema nervoso e as vias respiratórias.

MAPA comemora 147 anos
No sábado, dia 28 de julho, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento estará festejando 147 anos de fundação. Para comemorar a data, foram programados vários eventos, com o objetivo de proporcionar aos servidores uma semana de confraternização, com início na segunda-feira, 23/7, e encerramento na sexta-feira, 27/7. Entre as atividades agendadas estão palestras, exposições, festa julina, almoço comemorativo e a 5ª Mostra de Trabalhos realizados por técnicos do Ministério.
Para conhecer a programação clique aqui

CEAGESP cria calendário de eventos para promover produtos de época (30/06/2007)
A Primeira Festa da Cenoura marcou a estréia do Calendário de Eventos Sabor & Saúde CEAGESP, iniciativa que visa impulsionar as vendas  de produtos em safra, mostrando ao público como enriquecer a alimentação fazendo economia. Para a Primeira Festa da Cenoura foram ofertadas mais de 30 toneladas do produto a preço mínimo (R$ 0,30/kg).
Sabor & Saúde  Uma das melhores fontes de vitamina A, a cenoura contribui para o bom estado dos olhos, da pele, dos cabelos, unhas e mucosas. É também rica em vitaminas B1 e B2, que ajudam a regular o sistema nervoso e as funções digestivas, além de conter sais minerais como magnésio, ferro, cálcio, potássio, fósforo, arsênio, níquel, cobre, iodo e manganês. Apresenta, ainda, pectina, que ajuda a baixar a taxa de colesterol, e é um dos poucos alimentos que ao ser cozido tem seu valor nutritivo elevado pela liberação do beta caroteno.

Operação Inverno 2007 - 4/6/2007
A campanha de conscientização ambiental "Operação Inverno 2007", promovida anualmente pela CETESB, foi lançada na CEAGESP pelo governador José Serra, o secretário de Meio Ambiente, Xico Graziano e o prefeito da capital, Gilberto Kassab. O presidente da Companhia, Francisco Cajueiro, os diretores Antonio Avante e Luiz Ramos e vários funcionários também participaram do evento, cujo objetivo é reduzir a ocorrência de episódios críticos de poluição do ar durante o inverno. O endereço escolhido para o evento foi o Entreposto da CEAGESP na Vila Leopoldina, que diariamente concentra um grande número de veículos de carga movidos a diesel. As garagens da prefeitura serão o segundo foco da operação. “Se atacarmos a Ceagesp e as garagens, já vamos estar atingindo boa parte dos caminhões de São Paulo", explicou o governador. Segundo dados da Secretaria de Meio Ambiente, veículos a diesel são responsáveis por quase um terço (28%) das partículas inaláveis presentes na atmosfera da região metropolitana.
Equipado com máscara, o governador acompanhou a inspeção de um caminhão com opacímetro – equipamento eletrônico que mede a quantidade de fumaça emitida — e ressaltou a importância dos motoristas participarem da inspeção veicular promovida pela Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental). Veículos que estiverem emitindo fumaça acima dos padrões estabelecidos pela legislação serão multados em valores que partem dos R$ 853,80 e chegam até os R$ 6 mil. O governador também informou que a multa dobra de valor a cada reincidência. Porém, os motoristas que regularem os veículos para reduzir a emissão de poluentes terão 90% do valor da multa devolvido. "

Projeto PURA diminuiu o consumo do Ceasa de São Paulo pela metade (janeiro/2007)
Quase 200 milhões de litros de água teriam ido pelo ralo nos últimos anos caso o Programa Pura, implantado pelo Departamento de Manutenção da CEAGESP, não tivesse atingido suas metas e se tornado o êxito que é hoje. Desde o início, em setembro de 1998, o PURA permitiu uma economia de aproximadamente 3,8 milhões de reais a cada ano.
Para atingir esse objetivo,  técnicos da empresa foram treinados por uma equipe da Sabesp, localizou e corrigiu grandes vazamentos nos 12 km de rede e tomou diversas outras providências focadas em resultados concretos. Nos últimos seis anos, 22 sanitários públicos do CEASA da capital foram reformados e adaptados com equipamentos economizadores de água (torneiras, bacias sanitárias, válvulas) e 108 hidrômetros eletrônicos (com leitura à distância) foram instalados nos pavilhões e edifícios. Também foram instalados 6 reservatórios de 15 mil litros cada, abastecidos com água não potável que é utilizada na limpeza. Outras obras hidráulicas permitiram captar água das chuvas, que é armazenada e utiliza para lavar pátios e ruas do Entreposto.
"Não foi só, também negociamos e obtivemos redução de 12,4% na tarifa de água e de 22% na cobrança do esgoto", explica o engenheiro Luiz Antonio Rossini, chefe do Departamento de Manutenção da CEAGESP. "O que mais queremos é que as pessoas tenham em mente que a água é um recurso finito. É preciso que incorporem isso no cotidiano e se habituem a racionalizar", diz.
Ele conta que está em fase de estudos a proposta de divisão da rede de distribuição do Entreposto em seis setores distintos. Isso facilitaria o controle de uso da água e evitaria o corte total de fornecimento em caso de reparos na rede. Antes do Programa, o consumo médio do Entreposto era de 68,2 mil m³ por ano, já em 2006 a média foi de 32,2 mil m³, menos da metade. "Nosso programa deu tão certo que fomos convidados a inscrevê-lo no Prêmio Água e Cidade, promovido pela ONG de mesmo nome. E temos grandes chances de vencer!", completa satisfeito.

Começa a reforma nas portarias do ETSP (11/12/2006)
Em 2007 o Entreposto Terminal de São Paulo terá mecanismos mais eficientes no controle de acesso de pedestres e veículos. A Companhia assinou contrato com a Teto Construções, que já iniciou as reformas no portão 13, com a demolição das baias antigas e o início das fundações. De acordo com o engenheiro Luís Antonio Rossini, chefe do Departamento de Manutenção, as reformas serão realizadas num prazo máximo de 7 meses e o fluxo das portarias só será interrompido quando for totalmente indispensável, para evitar ao máximo causar transtornos.
Além de coberturas metálicas, com 6 metros de altura, o projeto prevê a construção de posto de apoio com sanitários e centrais de identificação que irão restringir o acesso de pedestres aos portões 3 e 14. O acesso de veículos se dará pelos portões 3 e 13, enquanto os portões 5 e 14 serão exclusivos para saída. “As mudanças oferecerão mais organização ao mercado e segurança aos permissionários e compradores” completa Rossini.

CEAGESP inaugura o 1º Centro de Treinamento em Armazenagem do Estado (31/10/2006)
A CEAGESP inaugurou no dia 31 de outubro o Centro de Treinamento Luiz Eulálio Amarante Kannebley, o primeiro do gênero no Estado e o segundo no País – depois do Centreinar, em Viçosa (MG). Com esta iniciativa, a CEAGESP promoverá a difusão de conhecimentos técnicos, visando a qualificação de profissionais da área e o desenvolvimento do setor de armazenagem. Para concretizar este projeto, a Companhia adaptou epaço já existente na Unidade e está fazendo investimentos em equipamentos. “Pretendemos continuar investindo no projeto, que consideramos o embrião de um futuro Centro de Referência Tecnológica”, afirmou o gerente do Departamento de Armazenagem da CEAGESP, Eledil da Silva Bessa.
A proposta de criação do Centro de Treinamento surgiu da necessidade de capacitação de funcionários para aprimoramento dos serviços, incluindo a formação de classificadores de grãos. Aos poucos a idéia ganhou novos contornos e a perspectiva de, a partir de parcerias com universidades, cooperativas e indústrias, atrair para Araraquara experimentos, pesquisas, novidades em equipamentos e insumos e até mesmo a realização de Simpósios e Feiras sobre temas relacionados ao setor de abastecimento alimentar.

"O projeto tem sintonia com as metas do Ministério de Agricultura sobre capacitação da mão de obra e excelência dos serviços públicos. É também uma ferramenta em favor da redução de perdas qualitativas e quantitativas na armazenagem e distribuição de produtos agrícolas”, completa o gerente do DEPAR.

CEAGESP reformará o Entreposto de Pescados (13/07/2006)
A CEAGESP e a SEAP (Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República)  vão investir na reforma do maior Entreposto de Pescados do país, onde 60 empresas movimentam em média de 3,6 mil toneladas de produtos por mês. A reforma da área chega em bom momento já que o setor vem  registrando queda nas vendas — quase 40% entre 1998 e 2005. 
Para a primeira etapa estão previstas obras de adequação às normas higiênico-sanitárias e de ampliação do volume de comercialização, a partir das seguintes intervenções: implantação do Setor de Inspeção Primária e da fábrica de gelo da Inspeção Primária; implantação de um Centro de Filetagem e instalação de Câmara de Coleta de Resíduos e, ainda, a recuperação da cobertura do Pátio Central. O Centro de Filetagem terá capacidade de produção de 1,4 toneladas de filés por hora. O setor de Inspeção Primária terá capacidade de inspecionar até 10 toneladas de pescados por hora, por esteira.
Segundo o ministro da Pesca, Altemir Gregolin, uma das estratégias do governo, para reduzir o preço dos pescados é investir na modernização de estruturas que garantam maior qualidade e durabilidade dos produtos, evitando desperdícios e desenvolvendo a comercialização. "A cadeia produtiva do setor é fundamental para a geração de emprego e renda". Para o presidente da CEAGESP, Francisco Cajueiro, o projeto é inovador, "será capaz de ampliar o escoamento da produção de pescados e pode servir de modelo a outras centrais atacadistas do país". Ele ressalta, ainda, a importância do investimento para a Companhia, que aposta na modernização para atrair novos negócios e ampliar sua receita.

CEAGESP assina contrato de transbordo de açúcar (jul/2006).
CEAGESP firmou um contrato de cinco anos com a Copersucar, uma das maiores produtoras de açúcar e álcool do mundo. Desde o início de agosto a unidade de Engenheiro Schmidt, em São José do Rio Preto, armazena açúcar para a cooperativa e dentro de 45 dias deverá iniciar a operação de transbordo (mudança de meio de transporte rodoviário para ferroviário). Para tanto, a Companhia investirá em novos equipamentos para a unidade. Inicialmente serão investidos R$ 200 mil na ampliação da capacidade operacional, cuja meta é de 100mil toneladas/ano. Contando com silo vertical e desvio ferroviário, a unidade já estava apta a efetuar o transbordo de produtos destinados à exportação.  Com este serviço, o faturamento da unidade terá aumento de 34%.

Conferência Mundial de Mercados Atacadistas (maio/2006)
Realizada entre os dias 25 e 28 de abril, no Hotel Transamérica, em São Paulo, a WUWM São Paulo Conference 2006  reuniu mais de 300 participantes vindos de 28 países, entre eles Alemanha, Austrália, África do Sul, Bélgica, China,  Espanha, Dinamarca, EUA, Costa Rica, Grécia, Itália, Portugal, Polônia, França, México, República Serbska e Bosnia,  Servia e Montenegro, Inglaterra, Holanda, Nigéria, Paraguai e Colômbia.
Presidida pelo secretário executivo do Ministério da Agricultura (Brasil), Luíz Carlos Guedes Pinto, a primeira sessão da WUWM Conference, iniciada às 8h30, debateu o comportamento e as necessidades dos mercados atacadistas face às novas demandas operacionais dos compradores. Guedes, que representou o ministro Roberto Rodrigues na abertura do evento, destacou a importância de acolher a Conferência Mundial de Mercados Atacadistas no mesmo momento em que o governo brasileiro envida esforços para reestruturar as centrais de abastecimento. “O governo se empenha em promover uma gestão mais qualificada, com treinamento de pessoal e integração de informações. Portanto, a realização do evento no Brasil é importante e oportuna.”
O presidente da Associação Paulista de Supermercados, Sussumo Honda, apresentou uma radiografia de setor, que em 2005 faturou R$ 105 bilhões no País. Ele salientou que, embora os supermercados estejam entre os maiores compradores das CEASAS, dificuldades logísticas e de segurança ainda são obstáculos na ampliação desse comércio. Honda falou da expectativa de evolução dos mercados atacadistas e da importância do evento, que exerce o papel de agente catalisador do que acontece no mundo, influindo, assim, na transformação do atual modelo brasileiro.

Ministro da Pesca visita a CEAGESP (17/4/2006)
Na quinta-feira, 13 de abril, em visita à Santa Feira do Peixe, realizada na CEAGESP, o ministro da Pesca, Altemir Gregolin, fez a entrega de novos kits para venda direta de pescados a piscicultores e pescadores do Estado de São Paulo. A entrega de Kits Feira do Peixe, que inclui barraca, balcão, balança e outros equipamentos para a venda dos produtos, é parte de um programa criado pela Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (Seap) para apoio e capacitação técnica de pequenos produtores.
"Com o Kit eles ganham estrutura para comercializar o produto em feiras livres e mercados de sua região", salientou o ministro. "Ganham os pescadores, que aumentam a renda familiar e ganham os consumidores, que podem comprar produtos mais frescos a preços mais baixos". Neste ano serão liberados 400 kits para todo o país. Os kits são distribuídos a grupos de pescadores e piscicultores organizados em associações ou entidades de classe.

Ceagesp e Andef lançam o SIRAH (24/3/2006)
Ao longo dos últimos 27 anos, a CEAGESP investiu no monitoramento de resíduo de agrotóxico nas frutas e hortaliças comercializadas no Entreposto da Vila Leopoldina. A Companhia promoveu 7.406 análises de produtos originários de centenas de municípios brasileiros e grande parte das informações apuradas foi inserida em um banco de dados. No dia 24 de março, a CEAGESP e a ANDEF (Associação Nacional de Defesa Vegetal) anunciaram a disponibilização desse banco de dados, que reúne 11 anos de análises de frutas, legumes e verduras vendidos na maior central atacadista de produtos agrícolas do país.
O SIRAH é um banco de dados que sistematiza informações sobre 3082 amostras de frutas e hortaliças, analisadas entre 1994 e 2005. Patrocinado pela ANDEF (Associação Nacional de Defesa Vegetal) e gerenciado pelo Centro de Qualidade em Horticultura da CEAGESP, o Programa permite coordenar as informações sobre ocorrências de resíduos: princípios ativos e concentrações detectadas; origem do produto, produtor, estado, muncípio e comerciante. É possível ainda saber que produtos agroquímicos estão em conformidade com a legislação. E, para os agrotóxicos que não apresentam registro no Brasil para frutas e hortaliças, quais são as tolerâncias admitidas nos Estados Unidos, na União Européia e pelo CODEX, comissão vinculada às Nações Unidas. Vale ressaltar que, comparada às crescentes restrições brasileiras, observa-se maior permissividade do Codex na admissão do uso de princípios ativos em frutas e hortaliças.
A partir desse monitoramento é possível estabelecer o melhor foco para regularizar a utilização de agrotóxicos para cada cultura. Os resultados dos últimos onze anos revelam a ausência de resíduos agrotóxicos em cerca de 70% das frutas e hortaliças analisadas. A expectativa do Centro de Qualidade em Horticultura da CEAGESP é de que o lançamento do Programa estimule o surgimento de uma rede nacional de monitoramento, agregando os resultados de outras fontes ao modelo SIRAH. Também será possível dar mais apoio aos produtores no processo de regularização do registro de agrotóxicos.
 






Veja também:
   Mercado |    Preço baixo e qualidade
 
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